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  • domingo, 7 de novembro de 2010

    Pou um único momento

     Em um momento estava comigo, e as pessoas olhavam tão radiantes, porque o mundo era tão radiante, conseguia imaginar o céu em milhões de formas, o amor naquela forma sublime e sonhadora, tinha mão de veludo, as que eu gostava de tocar enquanto andava nas ruas escuras, onde a lua se sobressaia, aquele coral inesquecivel, os seus passos embalavam um sentimento único, a beleza de amar estava alí, onde sabiamos que carinhos valiam mais, que beijos traziam paz, que os sonhos existiam e que nós dois iriamos permanecer no infinito, as juras eternas tornavam uma realidade sobrenatural, mas todo casal que conta amor, diz se amar, até cair em desilusão. A aprendizagem de um amor inacabado e um novo amor mentiroso, ficará guardado em um lugar que não se acha, um lugar onde nem o futuro encontrará. A cada palavra, um suspiro, e no final de tanta ilusão, houve um adeus nada esperado, um choro puro e doído, e a cada termino queria retroceder e enteder aonde tinha ficado as juras, e que fim elas haviam tomado. Os corpos distantes, as páginas pareciam não querer virar, só sabiam acumular máguas e cartas rasgadas, molhadas, sem nenhum sentimento de esperança, porque os sonhos aquele dia, já não apareceriam mais.

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